quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Sei lá, é que às vezes bato a casquinha dessa ferida em algum móvel da minha casa interior. Dói tanto. Por um momento, por um breve momento, por um brevíssimo momento eu havia esquecido de como ela ainda está inflamada. Depois, aquela forte dor da batida acidental passa, mas ainda fica latejando. Uma fraca dorzinha incomodando. 
Não, não há remédio que cure. Já tentaram remediar, mentiram dizendo que não iria arder. Mas ardeu, doeu, não curou. Hoje já não tento nenhum remédio. Na verdade, só o que alivia um pouquinho como um sopro suave, é escrever. As palavras fazem a dor ser mais suportável. 
Escrevo. Me encolho. E espero. Espero a dor finalmente me deixar respirar novamente.  Ainda que seja por um breve momento.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Em 2014 por intermináveis vezes eu desejei que o ano acabasse depressa. Talvez estivesse acontecendo coisas que não estavam me agradando. Mas perto do Ano Novo, comecei a refletir sobre o ano que estava acabando e não encontrei muitas coisas para me lamentar. Tive um ano abençoado, um ano que mais uma vez Deus esteve comigo e com a minha família. Deus guardou minha família e isso é presente suficiente para encobrir qualquer pequena dificuldade que apareceu no percurso.
Terminei 2014 mais uma vez com o sentimento de GRATIDÃO. E comecei 2015 com a confiança de que coisas maravilhosas estão por chegar.
Estou aberta para mudanças, e quem me conhece sabe que isso já é um grande avanço já que tenho tanto medo de mudanças. Porém, nesse ano quero que elas aconteçam. Para melhor, é claro.